RAPS

PLAYBOY EM CHOQUE




Vai entrar em choque, vai

Agonizar, vai pedir pelo amor

De Deus pra eu não te matar

Corta as cartas hj a colheita

De sangue é do boy empinado

Que ontem comeu caviar e hj

Vai vomitar sangue coalhado

9mm na cabeça vai cantar

Faca na garganta pra

Ver o sangue jorrar

Vou espatifar seu crânio no

Meio fio seu desgraçado!

Pra tu lembrar daquela vez q

Tu me tacou bituca de cigarro

Eu vigiava carro em frente ao Manhattan

E você num volvek enchia a

Pança e nenhum trocado me dava

Lembra não! Então vou te fazer lembrar!

Enquanto tu arrotava catupiry

Em casa eu arrotava fubá

Em capitulou cuzão!

Então por que tá em choque!?

Nem toda grana do papai

Pode te salvar da morte

Eu não sou carrasco, então vamos

Brincar, vai apanhar no cati

Pra depois nois te decapitar

Pega um balde põe na barriga

Solta o camundongo faminto

Não chora não boy tamos

Apenas no início!

Cata o cavalete coloca o fio na tomada

Bota o boy de cabeça pra baixo

Pra ver a face toda borrada

Tá em choque não desmaia

Cuzão, que nois te acorda

Aí doido acho q essa é a hora

- Por favor não me mate

Papai vai pagar o resgate

- Pelo amor de Deus

- He já tá indo tarde

- Cê quer dinheiro eu tenho

Posso te dar vida de luxo

 Sua morte cuzão que

Vai ser o meu lucro

- Te imploro, te suplico

Te clamo não mata eu!

-' Vai implorar pra Cristo

Cuzão, que eu não sou Deus

Assim qui é favela mais atitude

Igual a boy em choque trinca

O pote na mira da Glock

Hoje não tem gambé pra ser super herói

Então se borra todo e

Entra em choque play boy

Assim qui é favela mais atitude

Igual a boy em choque trinca

O pote na mira da Glock

Hoje não tem gambé pra ser super herói

Então se borra todo e

Entra em choque play boy

Assim qui é


Mil volts por batida, vi a onda

Sonora play boy entra em choque

Os gangstar domina agora

Rompendo barreiras

Fronteiras, e linhas inimigas

A sigla RAP ja resgatou várias vidas

E o boy uberabense me chama de

Ignorante, mais o bang é gângster

Play boy não entra no bonde

Não falo só de Uberaba, falo

De mais de mil quebradas

Favelas desse nosso Brasil

Play boy só entende rap quando

Tá no porta malas com a 12

Punheteira engatilhada na cara

Então agora é tarde passagem

Pro covarde, expresso pro

Inferno e amanhã vai ter alarde

Face apropo, com camiseta flores

Na capela com um buraco no

Peito e um coração q já era

O drama da madame no

Jornal não me comove

Reagiu no assalto já era esse é o corre

E a matemática eo ladrão aprende assim

Xt mais PT igual malote de din din

Quero sim pra mim, grana no

Meu bolso, um barraco firmeza

E um carro muito louco

Nem q pra isso eu tenha que

Sangrar o boy no matagal sem dó

Nem piedade protagonizar o mal

Com um herdeiro ná mira da Glock revolta

Mais atitude igual a boy em choque

Assim qui é favela mais atitude

Igual a boy em choque trinca

O pote na mira da Glock

Hoje não tem gambé pra ser super herói

Então se borra todo e

Entra em choque play boy

Assim qui é favela mais atitude

Igual a boy em choque trinca

O pote na mira da Glock

Hoje não tem gambé pra ser super herói

Então se borra todo e

Entra em choque play boy

Assim qui é



Play boy em choque quando vê a

PT carregada que de tocar na

Cara invade agências bancárias

Na encenação do louco, reagiu o

Chicote estrala, matraca. 40

Play boy q vai pra vala, rola em conter

No crânio massa se fala esmagada

Primeira página empresária é

Decapitada, ibope, notícias

Corpos caidos na calçada

Assassino que mata própria

Família depois se mata

Retratos, traços realidade

Quem vem maltrata

Ruas manchadas de sangue

Cabeça estraçalhadas

No sinal, suave daqui vale

Nada encomendou herdeiro

Que ensino voltar pra casa

Na rua perigo eminente

Munidos as dragas

Na fuga malote correntes, vem no

Porta malas, pagar pra vê ladrão

Arrancar seu coração na faca

Sangue, nariz

Esquecido no fundão das grades ataca




 vírus que ameaça classe rica

A nobreza play boy já tá em

Choque casador que vira presa

Sentenciar a sentença, matador

E sem crença que amordaça o

Sistema sem nenhuma defesa

Subir mundo do crime, sem leis

E sem regras, desacreditar que

Se trombar é com cinco janelas

Aonde os play boy se amarela

Lá com a noite está naquela

Kalo com Fato Criminal, CTS em cena

Assim qui é favela mais atitude

Igual a boy em choque trinca

O pote na mira da Glock

Hoje não tem gambé pra ser super herói

Então se borra todo e

Entra em choque play boy

Assim qui é favela mais atitude

Igual a boy em choque trinca

O pote na mira da Glock

Hoje não tem gambé pra ser super herói

Então se borra todo e

Entra em choque play boy

Assim qui é


O CIRCO PEGOU FOGO



Aí, firma... nada de pânico... que hoje o espetáculo é nosso
Os palhaço tá com as tocha e os dragão aceso
A rua é o picadeiro, a bruxa tá aí botando o terror
Os palhaçin maquiado tá solto
Hoje, ladrão, o circo vai é pegar fogo huahaha, ia ia ia

Tatua os palhaçin, só monstrão, Bagdá
Tipo bozo antiguidade, não Patati e Patatá
Brinca com os brinquedo, engatilha, aperta o dedo
Espalha sangue coalhado na porra do picadeiro

De palhaçin tatuado na rua botando o terror
Maquiagem na face esconde o rosto do infrator
Mãos atadas, encapuçado e o circo pegando fogo
É os palhaço tatuado brincando de vivo ou morto

A bruxa tá na rua, vulto que não se vê
Os monstro tá de cima, de Golf, de Xt
São José do crime, Vg dos terrorista
Os lek tão ateando fogo nos robozim que cai na pilha


Elza Amuí, corredor da morte, prima guerra
Não admite falhas, nem pipoca que ramela
Vdm, minha quebra, fechadão com parque dos monstro
Sintonia nos radim, ali o bangue fecha fechando

Maraocaida, fumacê, jumping, long neck
O aval foi dado do 2000 comando Chf
De blazer vem os verme, de falcon vem os peba
Aí o circo pega fogo, lá vai bolinha pra reta


Na que frita tem uns fela, na rua os pelin maciço
Na tranca tá os bandola, os boy tá no cortiço
Sem saber que na gaveta tem um presentin guardado
Quando o circo pegar fogo é os palhaço tatuado

Pro cê ver o poder, na lombra do narghilê
Chapinha chapou na missão, fez boy fazer bunda lelê
Caça os guatámbu, bota lenha na fogueira
Marshmallow no espeto, prosa boa (acalma as neuras)

No mocó os quilo, arrasta paty de facu
Os firma é V. I. P. , cointreau, beise e mafú
Já os peba rum, Cataratas do Iguaçu
O barril vai ser de pólvora e o estopim dentro do cu


Bem vindo ao espetáculo onde os palhaço sente o dedo
Bem vindo ao globo da morte
sangue coalhado no picadeiro
Rufem os tambores, abra as cortinas os firma
Tatua os palhaçin, ta-ta-tatua os palhaçin

E bate bala... Sangue escorre
Mama no bico da automática na boca do revólver
O circo pegou fogo, a lona derreteu o palco
É os palhaço tatuado, é os palhaço tatuado

É isso mesmo, firma, o circo pegou fogo
E na roleta macabra, os palhaço tira coringa do jogo
E tela lá os monstro, curte a lombra sustenta
Segurança os menor, na cinta tem ponto 40

Tira o sorriso do falso, cara pintada
Em picadeiro de bandido só palhaçin que dá risada
Sempre no pé da letra, segue por sua vez
Festa de toca preta é bancada pelos 15-33

Palhaço aqui quer Black Label com alecrim
Traz as taça com gelo e as garrafa de Gold Green
Esquenta um prato, enrola nota é 1 dois 1 ratatá
Que os firma tá monstrão, tá sempre de cima pra cobrar

Querendo isca no anzol, não adera rupinol
Os palhaçin tão na quina de fuzil e parafal
O circo pega fogo, todo dia na minha quebrada
Que saber de onde eu vim? Maraocaida

Palhaço quer barca, palhaço quer peba
Palhaço quer falcon, pefen, sentinela
Palhaço quer guerra, quer ver a plateia
Aplaudindo de pé uma de suas ideia

Palhaço quer lança, dispensa a merla
Palhaço quer escama e desvia da pedra
Palhaço quer fumo do verde a erva
Quer quem quer

Fecha as cortinas da lojinha, que tá moiado
O circo pegou fogo e os bozo da maquinado
De chuteira da Taurus, na contenção das peça
Objetivo principal, capital, giro, as moeda

Cuidado... tem radim grampeado
Cuidado... 15 dias tu ta no prazo
No globo da morte, no corredor, a roleta russa roda bala
Vacilou, os dente esticado, sangue tá é na naifa

O espetáculo começa, é dia de saidão
Pitbull de bandido voa no gogó de pastor alemão
Do Leblon ao frevo, do Tutunas ao Pacaembu
Floresce o verde do Eldorado, Alvorada 1

Pipoca algodão doce, doce ou travessura
O bangue virou halloween, os leke tá fuzilando as bruxa
Nem Patati nem Patatá, nem pernilongo e regaço
O circo pegou fogo e quem escapou foi os palhaço

Bem vindo ao espetáculo onde os palhaço sente o dedo
Bem vindo ao globo da morte
sangue coalhado no picadeiro
Rufem os tambores, abra as cortinas os firma
Tatua os palhaçin ta-ta-tatua os palhaçin

E bate bala... o sangue escorre
Mama no bico da automática na boca do revolver
O circo pegou fogo, a lona derreteu o palco
É os palhaço tatuado, é os palhaço tatuado


PERFUME DE LADRÃO






 POESIA DE LADRÃO


 

190 discado e a rádio patrulha vem a mil

De blazer quatro portas, com quatro cu e uma pá de fuzil

Chapéu de boy é marreta, cadeia pra pobre hotel de luxo

Acerto de contas com milícia é mato, bandido, policia é luto


A poesia é de ladrão e a atitude é de Bagdá

Sou descendente de Osama e meu grito de guerra é vasco

Vejo a roca, vejo o choque, vejo o BOPE

Vejo a rota sempre comum em grupo

Porque sozinho aqui é corta ou morta


Bagulhos foge e morro no olho, bicudo na bunda, tapa na nuca

A policia é impetuosa, assassina e infortuna

Seja em Planaltina, DF (ou em Uberaba, MG)

Sempre vai ter uma rota 66 igual aquela lá de SP


Que fuzila, extermina, decapita, deporta, decepa

Que picota, mutila, estrangula e dilacera

Cometem chacina desacata a malandragem

Ai seus tanga eu sou porta voz é da bandidagem


Pdm minha quebrada rap gangster meu oficio

Ananias, look do dj lá da tribo

Responsa no bagulho matador de noia dos sim

Mais intacto, destemido pros policia mais não enigmático

Os atentado prisões incendiados, agentes metralhados

Rebeliões nas penitencias e nos presídios (corações machucados)


Sangue jorra na guia, corpos boiam no rio

Rotina na cabeça e soldadescas do Brasil

Escravo cato, os robozinho, os cabeça de lata

Que por medalhas avista o alvo engatilha, aperta o gatilho e mata


Policia de minas são fulminantes fantoches, carrascos

Arrogantes, covardes, subalternos, farrapos

Puxa minha capa e meu b.o um desporte ilegal

A roupa larga o desacato faz o policia passa mal


Essa é a poesia de ladrão e eu carrego o estilo gangster

Só deixo de cantar quando a tampa do meu caixão se fechar


O ladrão que esta na poesia que eu sou

Vai representar a Babilônia que eu tô

Pronto pra sem lei, tamo pronto, tamo pronto, tamo pronto

Pronto pra sem lei, tamo pronto, tamo pronto, tamo pronto

Pronto pra sem lei


O ladrão que esta na poesia que eu sou

Vai representar a Babilônia que eu tô

Pronto pra sem lei, tamo pronto, tamo pronto, tamo pronto

Pronto pra sem lei, tamo pronto, tamo pronto, tamo pronto

Pronto pra sem lei


Minha poesia, minha rua, meu cabeção

Minha fuga que brilha mais que revolver nos olhos

malandro que acorda sonhando, viajando

Eu vim da quebra aba reta onde potoca que picota esfarela (já era)


vai adivinhar nada aqui nem mãe Dina Malabi

se começou pagar pra vê ate o fim colocou fogo

E pra pipoca explodir, porque dinheiro faz dinheiro

Deus quiser to no meio só de mizuno e astra ret fei


Pivete chega mó semblante frio tudo aqui

Marca ai ninguém viu na lua cheia lobisomem subiu

Foi quando os homem sumiu (sumiu)


Respeito aqui vem de cela que serve pra cada quebra

É muita pilha e quem vai se servir

depois liga robozin, sem proceder ninguém procede aqui

Planalta city mó prazer vamo ai no mocozin

Ali liga firma assim, tudo certo vamo ai


O ladrão que esta na poesia que eu sou

Vai representar a Babilônia que eu tô

Pronto pra sem lei, tamo pronto, tamo pronto, tamo pronto

Pronto pra sem lei, tamo pronto, tamo pronto, tamo pronto

Pronto pra sem lei


O ladrão que esta na poesia que eu sou

Vai representar a Babilônia que eu tô

Pronto pra sem lei, tamo pronto, tamo pronto, tamo pronto

Pronto pra sem lei, tamo pronto, tamo pronto, tamo pronto

Pronto pra sem lei


Bem maior que seu ódio, eu sou do tipo mermo que cê vê

start o som começou quem ta pra isqueiro acender

Se aqui ta Gold, Anti-Bronze, Prata pra quem cê que ser

Admira ai que a classe que cê quis nunca vou pertencer

Do beco escuro que sou vi que a Planalta ta assim

Aonde espuma mata flor num é poesia pra mim

Novidade é, nova versão ku klux klan

Se o proceder ta pra nóis decepção pros Rotan


Eu que não vou dar de bandeja, meu dinheiro pro Bope

É lua cheia no entoque o cana não sabe onde eu to

Não vou atuar na mesma cena que policia estrelou

Fica pra próxima o sorriso hoje meu time ganhou


Medo de que? Há, porque já to pronto pra sem lei

Mas não tem vez pra Rotan onde maloqueiro é rei

Fumaçou, Absolut com Red é nóis as mina, os moleque

Morrer só depois, traz mais Campari pra dois

Que mais de mil ta por mim, e se os boneco subir (tamo ai) no radim


Canto pro gueto sorrir, voluntario pra missão

Pra ver burguês aplaudir a poesia de ladrão

Atitude aqui é aço não vim combater de graça

De Planalta a Uberaba tipo a mesma quebrada

E num da nada, e num da nada


O ladrão que esta na poesia que eu sou

Vai representar a Babilônia que eu tô

Pronto pra sem lei, tamo pronto, tamo pronto, tamo pronto

Pronto pra sem lei, tamo pronto, tamo pronto, tamo pronto

Pronto pra sem lei


O ladrão que esta na poesia que eu sou

Vai representar a Babilônia que eu tô

Pronto pra sem lei, tamo pronto, tamo pronto, tamo pronto

Pronto pra sem lei, tamo pronto, tamo pronto, tamo pronto

Pronto pra sem lei

 

AVISA O FORMIGUEIRO


 Hoje até cobra leva bote
Muitos provaram o veneno que atrai
Que por um golpe te trai
Hoje as histórias que contam não sobrevive o cordeiro fazer o que?
É aprender a ser lobo pra pegar chapéu vermelho
Viver melhor do que isso ninguém sai dessa vivo
Vi jacaré nada de bote!
Avisa lá pros formiga ficar, tamanduá ta sabendo vai colar
Mais uma puta parada de bar
Viver mais falar menos procura o certo que o errado já tem
Sei quem atira e também morre primeiro
E treme lesma no sal, sei desse filme o final
Já queimou onde passou fumaçou (fumaçou)

Palpita lesma no sal
Coloca fél na colmeia
Avisa o formigueiro que tamanduá não bera
Em covil de bandido piolho de cobra não cola
Em rio que tem piranha jacaré nada de costa

Palpita lesma no sal
Ta se exaltando sem ser czar
Sal no cururu ó... Põe pra sapecar
Falcão avistou um rato cinza descendo pra cá
Avisa o formigueiro que lá vem tamanduá

Palpita lesma no sal
Coloca fél na colmeia
Em covil de bandido não tem vez pra comédia
Que de quebradinha coloca vidas em risco
Se o seu ta na reta ele delata os bandido

Morro cadeado não dormir, lei das ruas
Na maquina dos botas não delato meus trutas
Das duas ponte pra cá
Os rato cinza vem no gás
Nas nave pega ladrão com destino a Alcatraz

Raio nunca cai duas vezes no mesmo lugar
Bola bateu, caiu, o pipoca tamanduá
Na contenção no radim
Falcão não dorme no ponto
Troféu pra PM cú
É distintivo voando
Delegacias metralhadas
Agentes fuzilados
Prêmio nobel da guerra
Pra porcos soldados
Homenagem póstuma, meus pêsames
Não não não
É paladar cheio de formiga em pleno pôr do Sol
Exaltar sem ser czar, armar casinha tocaia
É desembolo, pau no gato, só depende do palavra
Coloca fél na colmeia
Palpita lesma no sal
Mocó de marginal não tem pra anticriminal

Pronto pra ser lei lombra de vida bandida
Avisa os tamanduá que hoje a festa é das formiga

Mato um leão por dia
Pra eu não ser derrotado
Mato o tempo cantando
Pra não morrer matado

Palpita lesma no sal
Coloca fél na colmeia
Avisa o o formigueiro que tamanduá não bera
Em covil de bandido piolho de cobra não cola
Em rio que tem piranha jacaré nada de costa

Palpita lesma no sal
Ta se exaltando sem ser czar
Sal no cururu ó... Põe pra sapecar
Falcão avistou o rato cinza descendo pra cá
Avisa o formigueiro que lá vem tamanduá

Avisa o formigueiro que lá vem tamanduá
Palpita lesma no sal
Poe cururu pra sapecar
Em rio que tem piranha crocodilo nada é de costa
Em toca de ladrão maribondo desce pra cova

Em covil de bandido curva de rio não bera
Peixe morre no fio do anzol pipoca esfarela
O rato rói o queijo errado na corte do diabo
Se o falcão pegar (Humm.)
Pau no gato

Meu castelo é de drão e não desfaz com água
Sal, pimenta nos seus zoi
Piolho de cabeça raspada
Muriçoca pia fino em teia de aranha
Tapou o Sol com a peneira
Hã... Viro janta!

Comedor de carniça abutre de restos mortais
Canibal boca murcha curupira do pé pra trás
Rato cinza de biqueira, cadeado de cadeia
Pra se livrar tranca ele da minha cabeça

Então marcha soldado cabeça de papel
Avisa o formigueiro pra botar lenha no fél
Falcão na contenção
Olheiro radim na mão
Detector liga o formigueiro pra mocar os quilão

Na cova de leões não tem pra amigo da onça
Armadilha de terrorista não tem pra esquadrão anti-bombas
Pombo correio chame como se quiser chamar
Mas avisa o formigueiro que lá vem tamanduá

Palpita lesma no sal
Coloca fél na colmeia
Avisa o o formigueiro que tamanduá não bera
Em covil de bandido piolho de cobra não cola
Em rio que tem piranha jacaré nada de costa

Palpita lesma no sal
Ta se exaltando sem ser czar
Sal no cururu põe pra sapecar
Falcão avistou rato cinza descendo pra cá
Avisa o formigueiro que lá vem tamanduá


REVEL
Chefe do crime perfeito

Isso o que é Vida

Invicto

Coração vagabundo

Só pra você lembrar

Glória pra nós

Taças pro ar

Dutumob II

Não poesia sem pecado

Livre e triste



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